Esta é uma foto do acampamento em Baía das Gatas, São Vicente, em 1990
Tuesday, February 2, 2010
Usando de sabedoria nos relacionamentos

Por: Pedro Leal Júnior
Precisamos de sabedoria para viver em comunhão com Deus; para viver em harmonia na família; para viver com discernimento nos negócios e para viver fazendo bom uso das palavras.
É um grande desafio falar sobre o falar. O profeta Isaías quando teve a visão de Deus (Is 6: 1-6) reconheceu que era homem de lábios impuros e que habitava no meio de um povo de impuros lábios. Assim como Isaías precisamos reconhecer que somos assim, e que precisamos de um toque de Deus em nossos lábios.
O livro de provérbios está repleto de ensinamentos sobre o falar e como podemos falar com sabedoria.
1º) Falamos com sabedoria quando falamos pouco.
Pouquíssimas pessoas praticam a dedicada arte de escutar mais do que falar. Em uma instituição todos querem ser ouvidos e entendidos. Os líderes eficazes ouvem e procuram entender antes de adotarem uma solução.
A Palavra de Deus em Provérbios nos ensina que não é prudente o falar exageradamente. “O que guarda a boca e a língua guarda a sua alma das angústias”. Pv. 21.23. Quem de nós nunca teve o desejo de recolher, caso fosse possível, alguma palavra que foi proferida? Ah! Se pudéssemos voltar atrás! É como uma seta lançada no horizonte, como um travesseiro de penas espalhado ao vento, já não podemos recolher.
Quanto mais falamos menos refletimos sobre o que devemos falar. Pv. 10.19 “No muito falar não falta transgressão, mas o que modera os lábios é prudente”. Há outro provérbio que diz que é brincando que se diz as verdades. Um alerta especial para as brincadeiras, anedotas ou tiradas muito comuns nas organizações e relacionamentos em geral. Mt. 12.36 “Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo”.
Quando falamos muito e o assunto acaba (coceira nos lábios), começamos a falar dos outros. Pv. 20.19 “O mexeriqueiro revela o segredo; portanto, não te metas com quem muito abre os lábios”. Tiago 4.1 “Irmãos, não faleis mal uns dos outros...”.
Para falarmos com sabedoria, precisamos de um toque de Deus em nossos lábios, assim como Deus tocou os lábios de Isaías.
2º) Falamos com sabedoria quando falamos a verdade.
Deus odeia a mentira porque ela tem origem no inferno e procede do pai da mentira (Jo 8.44). Não há sabedoria alguma quando de nossa boca saem mentiras, mentirinhas, ou meias-verdades. Pv. 6. 16-19 “Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos”.
PS: Para ler mais, favor clicar no seguinte link: http://www.institutojetro.com/lendoartigo.asp?t=17&a=1772
Fonte: Instituto Jetro
JNI da ilha de Santiago em retiro
De 13 a 17 de Fevereiro, os jovens de Santiago vão estar juntos em Achada Leitão , concelho dos Picos para um retiro promovido pela JNI distrital. A cota estabelecida é 1500.00 e o prazo de pagamento vai ate esta sexta-feira, 5, impreterivelmente.
Para mais informações, queiram contactar o secretário distrital, Rev. Samuel Santos através do telefone 2691123 e móvel 9937983.
Fevereiro diferente em Ribeira Grande
A JNI da igreja de Ribeira Grande, Santo Antão, tem o mês de Fevereiro recheado de actividades. O pontapé de saída é nos dias 5, 6 e 7, com uma mini-semana tendo como orador o Rev. Osvaldo Rocha, pastor em Monte Sossego. De 13 a 17, os jovens vão estar em Achada Igreja para um tempo de retiro. De 26 a 28, vai haver um mini festival de música evangélica na Vila das Pombas, Paul. O festival servirá para afugentar a praga de outros sítios que infelizmente está a chegar ao concelho do Paul.
Oremos a favor desse evento em Santo Antão.
Monday, February 1, 2010
D. Rosely Evora Lima aos 4 meses
Rev. Gilberto Évora, D. Clarisse e a princesa Rosely aos 4 meses de idade.
Esta é mais uma imagem que ilustra a nossa tão rica história.
MANÁ DA SEGUNDA
Quem Disse Que Dinheiro Não Compra Felicidade?
Por Robert J. Tamasy
Todas as culturas têm seus provérbios — ditados populares passados de geração em geração e aceitos como verdadeiros. Alguns, contudo, não expressam necessariamente a verdade. Vejamos, por exemplo, a afirmação largamente repetida: “Paus e pedras podem quebrar meus ossos, mas insultos nunca poderão me ferir”. Na verdade insultos — referências ásperas e insensíveis a outras pessoas — podem ferir sim, e geralmente os danos causados perduram por mais tempo que dores físicas causadas por algum objeto.
Outro adágio de veracidade questionável é: “O dinheiro não compra felicidade”. Pense um pouco! Você não fica feliz quando recebe um aumento de salário? E quando recebe um dinheiro que não esperava, isso não faz que sinta uma certa medida de felicidade? Você não fica feliz quando descobre que o objeto que quer vender vale mais do que pensava? Até mesmo a Bíblia reconhece que,
“A riqueza traz muitos amigos, mas até o amigo do pobre o abandona... todos são amigos de quem dá presentes” (Provérbios 19.4,6). Certamente diante da escolha entre ter ou não dinheiro, todos escolheríamos tê-lo, não é?
A questão é como definimos “felicidade”. Anos atrás ouvi um locutor de rádio fazer uma excelente distinção entre felicidade e alegria: “Felicidade”, ele disse, “envolve acontecimentos, fatores externos que podem afetar-nos positiva ou negativamente; alegria é a sensação interna de bem-estar, que não depende do que acontece à nossa volta”.
Quando compramos um novo carro, isto nos traz grande felicidade — o cheiro de carro novo, a última palavra em acessórios e avanços tecnológicos e até mesmo a novidade de dirigir um veículo diferente. Entretanto, se no estacionamento alguém der uma encostada no pára-choque, nossa felicidade dissipa-se de repente. Com o tempo, a novidade do carro novo acaba e nossa felicidade também se desvanece. Portanto, sim, o dinheiro pode comprar felicidade, mas não pode mantê-la para sempre.
Alegria pode ser mantida mesmo em meio a perdas, sofrimentos ou grande adversidade. Envolve senso de satisfação, realização e propósito que não são diminuídos por circunstâncias externas. É, portanto, mais correto afirmar que dinheiro pode comprar felicidade, mas não compra alegria. É o que nos ensina a Bíblia:
Mire o alvo correto. O dinheiro é útil, mas tem suas limitações. Ele não tem valor quando chegamos ao fim da vida. A essa altura, tudo o que importa é o legado que deixamos, a repercussão da forma como vivemos e o impacto que causamos em nosso mundo. “De nada vale a riqueza no dia da ira divina, mas a retidão livra da morte” (Provérbios 11.4).
Mantenha o foco sobre coisas duráveis. Outro ditado comum afirma: “O que chega fácil, vai fácil”. Seria sábio dedicar todo nosso tempo e energia na busca incansável por riquezas, quando elas podem ser facilmente perdidas ou tiradas de nós? “Não esgote suas forças tentando ficar rico; tenha bom senso! As riquezas desaparecem assim que você as contempla; elas criam asas e voam como águias pelo céu” (Provérbios 23.4-5).
Acumule a verdadeira riqueza. Se a busca da nossa vida for a alegria — realização, satisfação e propósito — pouco importa se temos muito ou nenhum dinheiro. “Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam nem furtam” (Mateus 6.19-20).
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