Tuesday, March 18, 2008

Bana gravemente doente

O cantor Bana, um dos nomes que mais ajudou a projectar a música de Cabo Verde no mundo, encontra-se gravemente doente, em Lisboa, onde reside há várias décadas. Aos 76 anos de idade, a sua situação inspira cuidados, a precisar de ajuda, conforme dados recolhidos por «asemanaonline» junto de familiares e amigos.
Adriano Gonçalves, mais conhecido por Bana, encontra-se gravemente doente, acamado em sua casa em Lisboa e os seus parentes e amigos estão a tentar que ele seja internado numa unidade de cuidados continuados, para ter uma melhor qualidade de vida e acompanhamento médico.
A avançada idade (completou 76 anos no passado dia 5 deste mês) reflecte-se no estado de saúde de Bana: tem diabtes, padece de dores nos joelhos, etc. E, por causa disso, encontra-se recolhido em casa.
Ademiro Gonçalves, um dos seus filhos, confirmou ao «asemanaonline» que o estado de saúde do pai é grave, adiantando que a família e os amigos estão “a tratar de tudo” para que Bana “fique melhor”. (Além de Ademiro, Bana tem um outro filho, Alcides, que também tem problemas de saúde há vários anos.)
Bana, soube este jornal, está há alguns dias acamado, e dada à sua compleição física, a mulher, que o acompanha, tem dificuldades em deitá-lo e levantá-lo, daí a necessidade do seu internamento numa unidade de cuidados continuados, mas que para isso são necessários recursos.
Rui Machado, presidente da Federação das Organizações Cabo-Verdianas em Portugal e amigo pessoal do cantor, adiantou a este diário digital que já foram entabulados contactos com o embaixador de Cabo Verde em Lisboa, Arnaldo Andrade, no sentido de se encontrar uma forma de custear uma unidade de cuidados continuados para Bana. “Em causa está o Bana ter uma alguma dignidade nesta fase difícil da sua vida”, disse Machado, que também está a tentar lançar uma campanha pública de solidariedade em favor do cantor.
Um outro parente de Adriano Gonçalves confidenciou a este jornal que a família aguarda, naturalmente triste e pesarosa, o evoluir do quadro clínico de Bana na esperança de que venha a ter um fim «digno», à altura daquilo que representa para Cabo Verde e até mesmo Portugal. Afinal, foi aqui, que se estabeleceu ajudando a fazer com que Lisboa seja hoje tida como a cidade mais africana de Europa, criando discotecas e restaurantes com música e culinária africanas.
Bana começou a sua carreira musical em Dacar, Senegal, nos inícios dos anos 60 do século passado. Ele, Luís Morais, Frank Cavaquinho, Morgadinho e outros companheiros, então emigrados, haveriam depois, na Holanda, por formar o Voz de Cabo Verde, gravando vários discos, projectando com isso a música cabo-verdiana e o arquipélago crioulo. «Nha terra», «Pensamento e Segredo» são alguns deles, a que se juntariam dezenas de outros títulos, hoje autênticas preciosidades discográficas. Morna e coladeira foram os géneros, por excelência, interpretados e divulgados por Bana, que menino ainda começou a cantar, em S.Vicente, sob a orientação do seu mentor e mestre, B. Leza.

(In asemana.cv)

Achada Santo António em Sião

Foi no princípio dos anos 90 que alguns jovens de Achada, acompanhados do casal pastoral, escalaram o monte vermelho na Praia. No cume, içaram a bandeira de Sião, na mesma altura que se fez a foto ora publicada.

Os três mosquiteiros

Esta é a classe de 1996. Tínhamos esta dívida para com a classe de 96. Já se passaram 12 anos.
Um abraço ao Carlos, Osvaldo e Manuel Barros.

Monday, March 17, 2008

Laginha

Esta foto pretende mostrar que viver em Mindelo é diferente de estar em qualquer outra parte do mundo. É diferente porque Laginha só existe em Mindelo.
As donas Sara e Laura, esposas dos Reverendos Socorro e Osvaldo, respectivamente, reservam um tempinho na agenda para darem um saltinho à Laginha.
Elas levam toda a família e juntos comem peixe grelhado. A comida é sempre da responsabilidade do irmão Osvaldo. Ele é que prepara tudo. Desse previlégio ele não abre a mão.
Uma jornada dessa qualquer alma quer. Querer podemos até querer. Mas como fazer coisa igual se Laginha só há uma. Gamboa nem pensar. Quebra-canela talvez. Mas, há sempre o risco de vermos a boiar alguma coisa. Laginha sim.
“És qui é Mindelo nos querido cantin, Terra que Deus derramá sê legria, Terra de Bêleza, terra de Selibama, Es quê São –Cente coraçon de Cabo Verde.

Família Fontes

Apresentamos a famlia Fontes. Ela é constituida por 6 membros com a curiosidade de os seus nomes começarem e terminarem todos com a letra “S”. Alguém que nos viu a escrever este texto nos sugeriu que, em vez de escrevermos Família Fontes, devíamos escrever Família “S”. Talvez tenha razão. É que, os nossos irmãos Fontes estão tão envolvidos com “S” que, se calhar, encaixaria melhor e poderia trazer mais surpresas e sucessos aos sucessivos “S”. Quando o casal foi viver para ilha de Boavista pensava-se que isto não teria nenhuma associação com “S”. Quando o casal desembarcou na ilha, encontrou um dístico que dizia: “Benvindos a Sal Rei”. O casal tinha deixado o “S” do Seminário para de seguida se associar ao “S” de Sal Rei. De lá para cá é tudo “S”. É tanto “S” que até já pegou em familiares. O Rev Antero Fontes (filho), primo do Socorro, casado com Rita, irmã da Sara, por ser familiar já pegou a sorte do “S”. Há 2 anos é pastor em Senegal.
Rev Socorro é adepto de que Equipa de futebol? Muito fácil. Ele é do Sporting. Qual é o seu peixe preferido? Poderia ser atum mas não é. Poderia ser cavalinha mas não é. Só poderia ser Serra.
Socorro é um servo bastante sóbrio.
Temos de parar. Já estamos em 101 “S”.
Deus abençoe a Família Fontes

Cynthia Monteiro

Há dias mostrámos a Cynthia com os seus 2 aninhos. Agora a mostramos aos 20 anos.

Ela gosta de sorrir desde pequenina. Este soriso dela poderá ter a ver com o que aconteceu no mês em que ela nasceu. O Rev Benedito Monteiro, uns dias antes do nascimento da Cynthia, pregou uma série em Filipenses 4:4. O Tema era: “Alegrai-vos no Senhor”. Ele ensinou nessa série que a alegria do Senhor a nossa força é.
Depois, usou o verso 5 para dizer que o Senhor está sempre perto dos que o buscam de todo o coração,
explicando que a última parte “perto está o Senhor” pode também estar relacionado com a volta imenente de Cristo à terra.
Não é por acaso que a Cynthia está sempre a sorrir.
Deus abençoe a Cynthia

(Cynthia é a que está à direita na foto)

A foto que faltava

Estávamos a dever esta foto. Foi feita logo depois do exame do grego à porta do centro de estágio da Federação Caboverdiana de Futebol.

ESTAMOS DE VOLTA