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Sunday, June 5, 2011

NAZISMO: RAZÃO E MORAL

De um modo geral, pode-se afirmar que, no mundo nazista idealizado de acordo com os padrões nazistas, a razão se tornou inimiga da moralidade.

A lógica, necessariamente, requeria o apoio ao crime. A defesa racional da própria sobrevivência apelava a não resistir à destruição dos outros. Tal racionalidade jogava os sofredores uns contra os outros e obliterava sua humanidade comum. Fazia deles uma ameaça e um inimigo para todos os outros ainda não marcados para morrer e por enquanto desfrutando do papel de espectadores. Absolvia tanto as vitimas como os espectadores da acusação de imoralidade e da consciência culpada. Reduzindo a vida humana ao cálculo da autopreservação, esta racionalidade roubava à vida humana sua humanidade. É claro, o regime de Hitler desapareceu, mas seu legado venenoso está longe de desaparecer. Portanto, mesmo sabendo que não se poderia fazer mais do que foi feito para salvar as vitimas do H olocausto, isso não significa que as aflições morais possam ser postas para descansar. LEIA +


José João Neves Barbosa Vicente
Filósofo, professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e Editor da GRIOT – Revista de Filosofia.

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